"De dia eu vou pro hospital com ela. De noite eu faço cobertor."
Dona Tereza aprendeu a tecer com a mãe. Aprendeu que mão que trabalha não esmola. Então ela não está pedindo esmola — nunca pediu.
Cada cobertor é feito ponto a ponto, com as próprias mãos, de noite, ao lado da cama da neta. Cada um que ela termina, guarda direitinho e pensa: "esse aqui vai esquentar alguém, e vai ajudar a salvar a minha neta."
"O tratamento completo custa mais do que eu vou ganhar no resto da vida. Eu tenho 64 anos e essas mãos que ainda funcionam."
“Com R$50 você leva um cobertor feito à mão pela Dona Tereza e ajuda a custear o tratamento da Gabriela.”